9. Su Qingluan enfrenta uma vergonha pública; será que seu tataravô é Yun Mo?
Página (1/3)
— Ah? Bisavô? — Su Qingluan franziu a testa. Hoje, ela tinha se envolvido numa confusão com um senhor, e um senhor com mais de cem anos, para ser exata. No entanto, ela não esperava que ele fosse junto. Respondeu à mensagem: — Que coisa boa! Que tal você vir direto para a minha casa, a mansão? De qualquer forma, eu não consigo morar sozinha, certo? Yun Feifei respondeu: — Será que não fica estranho? Afinal, não vou sozinha, vou trazer o bisavô comigo! Su Qingluan pensou: isso não é problema, nossa relação é próxima demais para formalidades; se seus parentes vierem, posso cuidar deles também! E, considerando a idade do seu bisavô, certamente ele não está acostumado a usar elevador, muito menos subir escadas! Por isso, um prédio antigo sem elevador não serve, e um novo com elevador também não! A mansão é o melhor! Su Qingluan sabia muito bem que muitos idosos ficam tontos ao usar elevadores. Após pensar um pouco, Yun Feifei respondeu: — Então não vou recusar, e te pago o aluguel depois! — Vai dessa maneira, só vem, chega de papo! — disse Su Qingluan. — Ah, aliás, tenho que te contar uma confusão! Mas deixa pra lá, é muito embaraçoso! — Su Qingluan quis falar, mas desistiu. Era realmente vergonhoso. Afinal, ela havia confidenciado a Yun Feifei que gostava muito daquele jovem nascido depois do ano 2000, Yun Mo. Se pudesse, queria ficar com ele para sempre. Mas, no fim... um jovem de 120 anos, você acredita nisso?
Página (2/3)
— A propósito, você não encontrou aquele príncipe encantado hoje? E aí, foi como você imaginava? Um jovem Li Ming, belo e elegante? — Yun Feifei brincou na mensagem. — Ah, nem me fale, depois eu te conto, foi mesmo de deixar sem palavras! — Su Qingluan se sentiu incomodada só de pensar nisso. — Será que ele não é bonito? — perguntou Yun Feifei. — Não é isso... — Su Qingluan não sabia como dizer, se aquele senhor fosse um pouco mais jovem, certamente seria bonito. — Então não é feio? — Já chega, já chega. Amanhã não esquece de vir, tem muita coisa? Quer que eu vá te ajudar? — Su Qingluan mudou de assunto. — Não precisa! Só umas coisinhas simples! — Yun Feifei sorriu mostrando os dentes, — Morando juntas, vou poder pegar no seu pé todo dia! — Hmph, vá se catar! Nada de coisas esquisitas! — Su Qingluan resmungou. Na verdade, entre meninas, mesmo sem essas intenções, é normal se provocarem assim. Na manhã seguinte, às seis horas, Yun Feifei já estava de pé. Ela tinha refletido ontem sobre a característica dos idosos levantarem cedo. Ela, que normalmente só acordava por volta das oito ou nove, forçou o despertador para as seis.
Página (3/3)
Assim poderia cuidar do bisavô, preparar o café da manhã dele e tudo mais. Yun Feifei achava que Yun Mo ainda não tinha levantado, mas ao vê-lo sentado no sofá da sala, percebeu que subestimara o quão cedo os idosos realmente acordam. Por volta das sete e quinze. Perto de uma mansão nos arredores, um táxi parou. Um casal, um homem e uma mulher, desceram juntos e caminharam em direção à casa. Embora Yun Mo não precisasse da ajuda de Yun Feifei, ele gostava de desfrutar dessa demonstração de carinho familiar. Yun Feifei fez uma ligação. Logo depois, uma jovem de curvas acentuadas saiu correndo alegremente da mansão. Mas rapidamente, o olhar daquela linda garota começou a se encher de confusão. — O que foi, Qingluan? — Yun Feifei percebeu o olhar confuso de Su Qingluan.